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“You gotta strike when the moment is right without thinking” ~Pink Floyd – Dogs (Gilmour, Waters)

Acho que essa frase me define bem, talvez não a pessoa que muitos acham que conhecem… a grande verdade é que tenho mudado muito nos ultimos anos. E sim, essa frase me define… AGORA!

E também acho, que a maioria sabe o que a frase passa. Agir, sem pensar… em outras palavras: simplesmente viver!

Acho que tenho tomado boas decisões com esse comportamento, e não lembro de alguma que tenha resultado em algo ruim, talvez uma ou outra, mas coisa quase nula… cheguei nessa parte me bateu uma bad. To aqui pensando em tudo, parece que to deixando de ser! Maldito círculo, me pegou de novo.

Vo saí dessa bad, é a minha decisão nesse momento.

Daqui a pouco, ja não sei.
Nem quero saber…

Ok, por mais bizarro que pareça o motivo do egoísmo, no final das contas vocês vão ver que além de não ser bizarro… bom, muitos não vão entender nada, o que é bem provável…

Vamos lá: The Dark side of the moon.

Sim, o do Pink Floyd, um dos melhores albums que ja ouvi. Tirando o fato de que ninguém irá contestar a genialidade do album, o que eu tenho com o album é algo, não é um dos melhores, é O MELHOR! Então, o que pode ser egoísta nisso?

De uns tempos pra cá eu tenho curtido muito escutar o album em ocasiões novas, pessoas novas, dia de chuva  ou dia de sol… eu tenho uma vontade absurda de “experimentar” o album em qualquer ocasião. Quero ver, sentir… alguns que tão lendo ja não tão entendendo, mas me acompanhem… entenderam o que esse album significa pra mim? Tem quem ache(tipo eu) que é uma coisa normal, pq convenhamos, é mto bom… tem gente que acha que sou doente… é, tem sim.

Normal ou doente, esse sou eu com dsotm … uma pequena missão infinita.

E o meu egoísmo não tem mistério nesse caso. Eu quero escutar sempre, com alguma pessoa, pela primeira vez, ou pela terceira vez… sentado no sofá, ou na mesa,  bebado ou chapado. Eternamente tudo será novo sempre, uma folha que cai a mais da arvore em um dia  ja representa muita coisa. Essa infinidade de coisas pode levar a paranóia, mas se a estrada pra paranóia é essa que eu to agora, eu encaro mais uns kms pra ver qual é que é… Moral da história, estou me enrolando legal, essa estrada é show. Moral, de novo… me sinto usando as pessoas, o ambiente, sugando o mundo ao meu redor pra obter sempre uma experiencia unica, de tudo… fico com tetos de que essas pessoas não possam ser como eu, ter a exata experiencia que eu tive… só pq eu faço isso. Não sei se me entendem… aí eu penso o contrário, se todas as pessoas também tivessem a capacidade de usar todo mundo para cada um ter seus momentos unicos, com o dark side mesmo, a mesma coisa que eu tenho…. será que meu momento seria tão unico assim? Sendo que cada pessoa tem um ponto de vista diferente, nunca vou ser capaz de ter a experiencia da pessoa que estava do meu lado…

O tempo todo em vão, só fazendo pintura de momentos mas que só serviriam para mim… sem interação, sem nada. 42min de som e você quieto no seu teto, que não é só seu… a pessoa do lado ta tendo também, mas é diferente. Entenderam, o círculo… sempre volta na mesma questão. Esse teto das camadas, do círculo, entre outros… fodem com a minha cabeça sempre, bah é um teto para poucos.

Enfim, entenderam onde mora meu egoísmo? Bem bobinho, né? Essas incertezas ae fodem meu dia a dia, vou contar pra vocês, fodem mesmo. Mas sabe o que eu faço? Hahahaha, to quase chorando agora, um abraço pro meu amigo mathias silveira de freitas, australien. O teto das camadas cara! sabe o que eu faço?

Chego em casa, tomo um banho, fica locão com o que tiver em casa, ligo meu som, escuto o dark side of the moon, e pinto mais um quadro. Seres humanos foram feitos para compartilhar experiencias, entre amigos, sozinhos… tudo é uma transmissão de pensamentos, tudo está conectado. Sabe qual foi meu quadro de hoje? Enquanto vocês estão lendo esse post, eu estou escutando o dark side of the moon, eu estou usando todos vocês a cada leitura, e é incrivel ter essa galera vip na minha lista de dark sides memoráveis. Vale ressaltar que as coisas em cima da minha mesa do computador estão meio que dançando. Isso é parte importante do quadro, parece que eles estão falando “Hmmm olrait!”… certo?

E daí? Me usem também… a moral é ficar móit lawc.

 

Que teto preto esse, mas teve um final feliz. Normalmente é assim…

Então estou eu aqui escrevendo no blog de novo, a real é que comecei a escrever na minha agenda do trabalho mas me canso demais escrevendo a caneta, sendo assim, estou aqui.

Eu ja devo ter falado muito sobre altos e baixos aqui no blog, talvez nem tanto, mas o suficiente pra entender de que tipo de montanha russa eu estou falando. Sim, isso mesmo. A emoção da subida, a adrenalina da descida, a decepção de estar lá embaixo de novo, olhando pra cima e pensando como seria bom refazer tudo de novo. Muito simples, vá lá e faça de novo… mas imagine você um dia que o parque de diversões está tão lotado que a fila pra andar de novo na montanha russa é gigantesca, e aí o que acontece? Boriiiiiiing! E é aí que eu me refiro… a minha cabeça ta fazendo uma fila enorme pra chegar na montanha russa.

Minha vida atualmente é muito, mas MUITO melhor comparando com tempos sombrios desse blog(que foi muito pouco acionado na verdade, durante o meu pior estado, então considerem o blog como um resumo detalhado), mas convenhamos que ninguém sabe ser feliz o tempo todo. Eu exercito isso hoje em dia com muita força de vontade, eu tenho milhares de motivos para ser feliz, e aproveito todos eles na medida do possível, mas existem momentos em que a descida da montanha russa acaba, e não tem uma subida na frente pra brincar com seu estomago novamente, é só aquele soco de “Aproveitou, agora espera a outra chance”.

E chegam os momentos em que eu não sei detalhar muito bem o que está acontecendo. Consigo fazer o esboço mas não consigo terminar de pintar o quadro para que vocês possam entender melhor o que estou dizendo(isso causa mais fila na montanha russa também).

Não tenho como descrever para vocês por exemplo, o quão maravilhoso foi o meu “carnaval”, e o quanto esse feriadão me fez muito bem. Alias, aproveito pra agradecer a Bruna, que me recebeu de braços abertos em Passo Fundo, terra onde sambei o carnaval. Bruna, sem palavras, simplesmente excelente =)

As vezes é preciso ir no ponto mais alto da montanha pra perceber o quão abaixo normalmente estamos em relação aquela mesma sensação. E eu sou uma pessoa que infelizmente precisa e MUITO ter noção das 2 condições, senão sigo sempre na mesma coisa. E isso explica minhas alterações de humor muito facilmente.

Me pergunte como eu estou agora… eu estou com um humor péssimo. 11 horas atrás eu estava com um humor excelente. Todos somos assim, não é? Vai que eu esteja fazendo muito drama ou sei lá…

A intenção agora é escrever mais no blog, para quem sabe daqui 1 semana, ou 3 anos, eu posso dar uma de mendigo nesses lixos aqui e achar algo que possa ser reciclado e aproveitado. Uma tentativa mesquinha de traçar alguns mapas da minha cabeça, mas é uma tentativa. E nesse mapa não tem nenhuma marca onde esteja o tesouro ou algo do tipo. Se eu pudesse apenas navegar nas estradas da minha mente sem maiores problemas ja seria uma grande recompensa.

BTW, eu sei que eu sou chato.

Outra hora eu volto pra escrever mais, talvez amanhã ou semana que vem. Estou com preguiça de escrever mais, e isso também ajuda no fato de não querer enfrentar a fila da montanha. Uma coisa leva a outra, bla bla bla, enfim… Flw pessoal…

Quanto tempo sem escrever nada por aqui, a real é que falta tempo pra pensar. Bem por aí, muita coisa acontecendo.

Não vim aqui agora pra dizer muitas coisas, só pra citar alguns fatos que fizeram uma página da minha vida ficar pra trás, e consequentemente me força a escrever outra, afinal, isso é viver.

Alias, forçar é muito forte,  pois tudo ta acontecendo tão natural… e tudo isso é consequência de um teto que eu tive com um cara esses tempos. Um cara muito louco, que se foi pra Australia.

Sim, esse talvez foi o fato mais marcante dos ultimos tempos, Mathias, dark, xuxuzeira, freitas ou simplesmente Math… pegou suas malas e disse “é isso ai gurizada, to indo e… é isso aí, sóóó daqui uns tempo eu to de volta”. E vuash…

Embora o processo de despedida tenha sido bem longo, com no mínimo umas 5 despedidas, a ultima obviamente foi bem impactante. Ele é apenas um dos meus melhores amigos, tenho sorte de ter amigos que posso dizer que são os melhores, sempre, enquanto alguns não conseguem nem ter um. Mas fato inegável é que nos ultimos 3 anos eu convivi muito mais com ele do que qualquer outro amigo meu, só de pegar o meu violão na sexta-feira ja penso que a rotina não vai ser a mesma por um bom tempo… sem ir lá no apê dele, tocar uma viola… o que com certeza seria um forte motivo pra uma depressão. Mas, muito pelo contrário… no exato momento em que ele foi embora, senti um alivio de que ele está fazendo a vida dele acontecer de uma forma, e eu tenho que seguir fazendo acontecer a minha, como sempre foi. A rotina mudou? Mudou, e muito… mas é como se fosse a mescla de 2 mundos, o resultado de uma convivência. É como se ele tivesse me ensinado esse tempo todo, como é viver no mundo dele, e ao se despedir disse “Aproveita agora, usa os ensinamentos, enquanto eu dou uma volta por ae…”, e tenho certeza que ele pensa da mesma forma. E pode ter certeza de que quando ele voltar, vou ter muita história pra contar… pode cre maw.

O espelho da vida(alias maw, tu ficou de me passar uns texts).

Enfim, ele ta feliz lá, eu to aqui… pareço um cara falando que ta longe da namorada… mas é que eu tava MUITO preocupado com essa reviravolta. E bah, eu to muito tranquilo. =D

Sobre ma friend era isso, é noisy. banziras e panziras.

Continuando…

Mudei de sala, mudei as rotinas de trabalho, mudei as funções no trabalho. Muito mais responsabilidade. Eu adoro mudanças, principalmente quando eu quero que elas aconteçam aiushsaiuhsai. E gosto de desafios(por mais sedentário e acomodado que eu seja), aceitei o desafio de trabalhar numa area meio conturbada. Dito e feito, nos primeiros dias estourou uma bomba(que não cabe dizer aqui) e nesse dia(hoje) o negócio foi beeeem stressante, mas, apesar dos pesares… tudo saiu bem. Alias ma friend, me perdoe mas soltei a seguinte frase hoje “Tuuudo vai acabar beeem”, sem pensar ASIUHSAIUHSAISAHAS(olha a rotina mudando naturalmente).

Stress esse que fez me lembrar da psicóloga. Adoro frequentar a psicóloga, me faz muito bem… mas eu tenho um sério problema: Se eu me stress demais no dia de uma sessão, eu acabo esquecendo e só lembro tarde demais, justamente quando eu mais precisava, e depois disso, demoro a frequentar novamente, pois não tenho horário fixo. Vou em um dia, marco na hora pra próxima semana, se deixo de ir, deixo de marcar… e assim eu fico. Enfim, lembrei de ligar hoje… graças ao stress! Mas, quero ir mais pra falar sobre essas mudanças…

Basicamente era isso, to sem bateria pra revisar o texto, devo ter esquecido algumas palavras no meio das frases… mas é isso, to bem assim. Agitado, mas ao mesmo tempo de cabeça tranquila.
Só pra terminar, 19:53, só vou chegar as 22:45 em casa… perdi o jogo do Grêmio e to morrendo de fome… PUTA QUE PARIU!

Tive um pesadelo muito incomum essa noite. Uma história triste demais e nem sei por onde começar.

Não envolvia ninguém conhecido, muito menos eu, mas era muito triste. Até não me sinto bem em contar aqui o que foi, pois ja fico meio com medo. Quando acordei no meio da noite após o pesadelo, tive muita dificuldade pra voltar a dormir, inclusive pensei em ligar o pc e vir aqui contar o que tinha acabado de acontecer, pra não deixar passar e perder os detalhes.

Fato é que passou-se o resto da noite, e o resto do dia, e ainda estou com esse pesadelo nítido na minha cabeça.

Espero que a noite de hoje passe uma borracha nisso, eu espero e muito por isso…

Coisas óbvias, tudo parece meio óbvio.

Enfim, mudanças. Mudanças de todos os tipos, seja de situação no trabalho, mudança de trabalhos, local de trabalho, mudança no dia-a-dia, mudança de amigos, mudança de pensamentos.

Algo muito forte aconteceu comigo. Não somente comigo, mas com outras pessoas também. Não importa quando, nem onde, aconteceu.

Era o debate sobre mudanças, o medo de mudanças, reflexão sobre a mudança. Mas qual mudança? Não sei, talvez todas.

A grande moral, é que mudanças acontecem o tempo todo, e não adianta tentar explicar e nem exemplificar, elas simplesmente acontecem. E isso, novamente, é muito óbvio.

E o maior teto no meio disso tudo, é que temos a certeza de que certas coisas, nunca irão mudar. Principalmente depois dessa experiência que vivi.

Enfim, eu poderia ficar o dia todo aqui, mas não da. Era só pra escrever algo, tentar escrever algo sobre o que aconteceu, o que está acontecendo. Eu sei que eu não falei nada, mas também sei que eu tenho algo pra falar. Ta ligado?

Voltando ao mundo real…

Hoje é segunda-feira, o meu teste semanal. Teste da minha paciência, da minha cabeça, e do meu saco. To indo bem por enquanto…  mais notícias no próximo post.

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